El enfoque pasado-presente-futuro para la enseñanza de la expresión oral en inglés
DOI:
https://doi.org/10.62452/mnm86e73Palavras-chave:
Expresión oral, fluidez, enfoque pasado-presente-futuroResumo
La enseñanza de la expresión oral en inglés como lengua extranjera representa un desafío pedagógico significativo, especialmente en contextos donde la práctica comunicativa auténtica es limitada. Este artículo de revisión examina la efectividad del enfoque pasado-presente-futuro para desarrollar la fluidez y coherencia oral en estudiantes de inglés. Este enfoque estructura el discurso en tres momentos temporales, lo que permite a los aprendices organizar sus ideas de manera lógica mientras practican tiempos verbales esenciales y vocabulario contextualizado. La revisión bibliográfica realizada permite señalar limitaciones, como la posible rigidez en discursos más espontáneos y la necesidad de complementar este enfoque con tareas que fomenten la interacción libre. Se concluye que el enfoque pasado-presente-futuro es una herramienta valiosa dentro de un enfoque comunicativo, especialmente para niveles intermedios, siempre que se integre con otros enfoques o estrategias que promuevan la negociación de significado y la retroalimentación correctiva.
Downloads
Referências
Brasil. Ministério da Educação. (2018). Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação. https://cdn.mec.gov.br/basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf
Brown, G. (1981). Teaching the spoken language. Studia Linguistica, 35(1–2), 166–182. https://doi.org/10.1111/j.1467-9582.1981.tb00708.x
Burns, A. (2019). Concepts for teaching speaking in the English language classroom. LEARN Journal: Language Education and Acquisition Research Network, 12(1), 1–11. https://files.eric.ed.gov/fulltext/EJ1225673.pdf
Canale, M., & Swain, M. (1980). Theoretical bases of communicative approaches to second language teaching and testing. Applied Linguistics, 1(1), 1–47. https://doi.org/10.1093/applin/1.1.1
Consejo de Europa. (2020). Marco común europeo de referencia para las lenguas: Aprendizaje, enseñanza, evaluación. Consejo de Europa. https://rm.coe.int/marco-comun-europeo-de-referencia-para-las-lenguas-aprendizaje-ensenan/1680a52d53
Cronquist, K., & Fiszbein, A. (2017). El aprendizaje del inglés en América Latina. https://repositorio.ciedupanama.org/bitstream/handle/123456789/257/El_aprendizaje_del_ingles_en_America_Latina_Kathryn_Cronquist_Ariel_Fiszbein_El_Dialogo.pdf?sequence=1&isAllowed=y
Cuba. Ministerio de Educación de Cuba. (2004). Programas de estudio de inglés para la educación general. Editorial Pueblo y Educación.
Ellis, R. (2003). Task-based language learning and teaching. Oxford University Press.
Hymes, D. (1972). On communicative competence. En J. B. Pride & J. Holmes (Eds.), Sociolinguistics: Selected readings (pp. 269–293). Penguin Books.
Intriago Burgos, Y. A., & Cedeño Macías, L. M. (2023). Actividades didácticas e-learning para la enseñanza-aprendizaje del inglés. Revista Cubana de Educación Superior, 42(3), 15–35. https://revistas.uh.cu/rces/article/view/7906
Krashen, S. D. (1985). The input hypothesis: Issues and implications. Longman.
Larsen-Freeman, D., & Cameron, L. (2008). Complex systems and applied linguistics. Oxford University Press.
Long, M. H. (2015). Second language acquisition and task-based language teaching. Wiley-Blackwell.
Martínez-Chiong, J. (2024). El enfoque de enseñanza tradicional y el aula invertida en la enseñanza del inglés como lengua extranjera. Sophia Research Review, 1(3), 32-40. https://doi.org/10.64092/31fkf852
Nunan, D. (2015). Teaching English to speakers of other languages: An introduction. Routledge.
Oxford, R. L. (2017). Teaching and researching language learning strategies: Self-regulation in context. Routledge.
Pienemann, M. (1998). Language processing and second language development: Processability theory. John Benjamins.
Richards, J. C. (2015). Key issues in language teaching. Cambridge University Press.
Swain, M. (2005). The Output Hypothesis: Theory and Research. En E. Hinkel (Ed.), Handbook of Research in Second Language Teaching and Learning (pp. 495-508). Routledge.
Vygotsky, L. S. (1978). Mind in society: The development of higher psychological processes. Harvard University Press.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Reinier Renda-Samón, Clara Alina Escalona-Falcón (Autor/a)

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
Os autores que publicam na Revista Metropolitana de Ciencias Aplicadas (REMCA), concordam com os seguintes termos:
1. Direitos autorais
Os autores mantêm direitos autorais irrestritos sobre suas obras. Os autores concedem ao periódico o direito de primeira publicação. Para tal, cedem à revista, em caráter não exclusivo, direitos de exploração (reprodução, distribuição, comunicação pública e transformação). Os autores podem firmar acordos adicionais para a distribuição não exclusiva da versão publicada do trabalho no periódico, desde que haja reconhecimento de sua publicação inicial nesta revista.
© Os autores.
2. Licença
Os trabalhos são publicados na revista sob a licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional (CC BY-NC-SA 4.0). Os termos podem ser encontrados em: https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/deed.pt
Esta licença permite:
- Compartilhar: copiar e redistribuir o material em qualquer meio ou formato.
- Adaptar: remixar, transformar e desenvolver o material.
Nos seguintes termos:
- Atribuição: Você deve dar o crédito apropriado, fornecer um link para a licença e indicar se alguma alteração foi feita. Você pode fazer isso de qualquer maneira razoável, mas não de uma forma que sugira que o licenciante endossa ou patrocina seu uso.
- Não comercial: você não pode usar o material para fins comerciais.
- Compartilhamento pela mesma licença: se você remixar, transformar ou criar a partir do material, deverá distribuir sua criação sob a mesma licença do trabalho original.
Não há restrições adicionais. Você não pode aplicar termos legais ou medidas tecnológicas que restrinjam legalmente outros de fazerem qualquer coisa que a licença permita.

